domingo, 7 de fevereiro de 2010

Marcas do Preconceito.

O que dizer a quem sofreu com a marca que carrega? Há uma máxima que reza que todos, indiscriminadamente, trazemos uma. Desde que nascemos estamos fadados a sermos reconhecidos por algum referencial. Familiares mais próximos logo a identificam, e, ela (a marca) nos persegue. Mais e como tornar isto claro para as pessoas neste mundo? Difícil! Nem sempre o estigma se faz presente a ponto de interferir em nossas relações cotidianas. Comumente, tais informações, servem tão somente a um conjunto de referenciais capazes de segmentar – ditar grupos sociais. São variados os códigos, podendo-se mencionar a titulo de exemplo: uma má formação congênita. Contudo, cabe-se frisar, que apesar de certas marcas trazerem consigo a pecha do “defeito”, e, portanto, fator de sofrimento aos seus portadores, tais signos, não fazem parte do rol, previamente estabelecido, capaz em resultar total expurgo social.

Importante afirmar que todo ser já sofreu ou ainda sofre quando da identificação das marcas que carrega. Nem sempre tais estigmas são parte indissolúvel da estrutura física, muitas vezes se manifestam numa condição social, deixando-se explicitar, por exemplo, em grupos de indivíduos integrantes de uma família onde a genetriz educou sozinha sua prole. De toda sorte, variados são os motivos a manipulação desta “identidade deteriorada ”. A sociedade, não está preparada, ainda, para entender o fato de que há urgência em se dissociar alguém de seu histórico, pregresso familiar. Tão logo se deixe explicitar fatos correlatos a família, o homem “equilibrado” será parte integrante de algo que perturbe “a ordem social”, merecendo, portanto, e, necessariamente, uma marca que o impossibilite de exercer determinadas funções sociais.

Apesar da importância em se combater toda forma de discriminação há de se convir que determinados grupos estão extremamente, vulneráveis a este esquema de constrangimento perverso. Convenções sociais, implícitas e explícitas, ditam regras para tornar seres humanos parte de um segmento a ser abominado. Justamente, em tal segregação são inseridos os homossexuais.

Pensar em nossas diferenças como matizes – indispensáveis a sobrevivência neste planeta, seria, sem dúvida uma rara oportunidade a extinção do sofrimento causado pela discriminação. Quem sabe esta percepção torne a humanidade um pouco mais tolerante, digna a se aproximar do verdadeiro espírito do cristianismo - sem demagogias, hipocrisias e falso moralismo. Algo que a raça humana, está, lamentavelmente, longe em atingir. Por ora, e, certamente o grande mérito da tolerância resida na busca incessante para que o mundo se torne um lugar mais justo, digno e livre do preconceito.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Congratulations Mr. Barack Obama!

Congratulations Mr. Barack Obama in the fight against hate crimes and a further demonstration of humanity to accept gays in the U.S. FA.

domingo, 24 de janeiro de 2010

A solidariedade da grande potencia mundial.


Temos que ser honestos e louvar atos de bravura, consternação, e solidariedade. Apesar de existir um grande número de cidadãos no mundo que torcem o nariz para os norte-americanos, há de se reconhecer sua evidente capacidade para lutar pela sobrevivência humana, sem discriminar a origem dos povos. O Brasil, têm muito a aprender com tais atitudes. Quando grandes estrelas de hollywood se organizam a promover um ato de tamanha magnitude pela vida, penso, qual grande é a capacidade desse povo em superar, inclusive, a pecha da soberba que lhes é imputada por sua incontestável potencialidade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Aceitar imposições militares?


A entidade justiça global emitiu nota de apoio ao PNH-3. Transcrevo algumas passagens do documento que considero uma importante defesa a luta pelo direito a verdade e a punição dos torturadores e assassinos do período nefasto de nossa história:

(...)Formalmente, o novo decreto – solução encontrada para dirimir o conflito instaurado entre Ministério da Defesa e Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) – não altera significativamente o sentido do texto do PNDH III. Politicamente, no entanto, a revisão feita pela Presidência da República é extremamente preocupante. O fato de o texto ter sido alterado após ameaça de demissão do alto comando das Forças Armadas demonstra que o Poder Executivo ainda não está livre da ingerência militar em assuntos civis.

A reação do Ministério da Defesa e de comandantes das Forças Armadas tenta impor uma “política do esquecimento” e é desrespeitosa com o amplo processo de construção coletiva, suprapartidário e plural do PNDH III, que envolveu cerca de 14 mil representantes do poder público e da sociedade civil através de consultas públicas, conferências municipais, estaduais e nacional. Além de desrespeitosa, a ameaça dos militares é completamente extemporânea e apenas cria um factóide, uma vez que o documento já havia sido endossado por 31 Ministérios e ficou por meses disponível para a consulta de qualquer cidadão.

Cabe também lamentar o desserviço de alguns meios de comunicação de massa – os mesmos que ignoram solenemente qualquer pauta sobre direitos humanos – ao optarem por editoriais tendenciosos, deturparem informações e transformarem em “clamor público” o factóide impulsionado apenas por alguns membros das Forças Armadas, por representantes do agronegócio e algumas vozes fundamentalistas isoladas.
(...)

domingo, 17 de janeiro de 2010

Lady Gaga and Oprah.


Lady Gaga concede entrevista emocionante a Oprah: http://www.youtube.com/watch?v=lE4QRwXNNIk&feature=popular

A imoralidade em Brasília.


Se enganam os que propagam que estamos acostumados com a corrupção no Distrito Federal, e, no Brasil. De fato estamos habituados com o rítimo dos acontecimentos, mas, crer que a corrupção é algo recente é surreal. Ela (a corrupção) é inerente ao "ser" cabendo a ele decidir por essa ou aquela forma de pautar ou contruir sua personalidade - proba ou corrupta. Talvez nosso erro se limite a imaginarmos que um messias venha nos arrebatar deste estado de coisas. Hoje nos deparamos com o Ministério Público local, envolto as acusações que o compromete a tal "caixa de pandora". Uma evidente demonstração de que não há instituição imune. O que há são homens e mulheres dignos que lutam incessantemente por suas convicções, suas aspirações políticas num mundo justo e solidário, onde a corrupção significa o fim de tudo que cremos.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Haiti


As vezes nos apegamos com tantas futilidades que acabamos não vendo o que se passa em volta. O Haiti hj já não existe mais. Só morte por todo lado. Uma triste realidade, porém, boa oportunidade para repensarmos o que pensamos uns dos outros. Ajude a quem precisa. Há alguem a teu lado que a essa hora suplica por um fio de esperança.